Um dia, não sei que milênio, morri pedra e nasci grama.
Muito tempo passou e morri vegetal e nasci bicho.
Vivi num paraíso. Sem pecados. Sem pecados.
Sem deveres. Sem cuidados. Sem quereres.
Sem afazeres. Sem ânsia nem conflitos. Sem meta.
Sem responder por mim.
Morri bicho e nasci homem.
Nasci para a luz. Nela e com ela pude ver-me um ego e esperanças, desejos e rejeições, prazeres e pesares, vaidades e abatimentos, fracassos e glorificações, críticas e louvores, dons e carências, danos e lucros, alegrias e tristezas…
Perdi o paraíso.
É assim que ainda hoje sou um eu responsável e limitado, e tendo medo e vergonha de minha nudez.
Agora, é preciso que o eu, tal como a pedra, a planta e o bicho, venho a morrer para que Cristo possa nascer, para nunca mais eu morrer, por jamais precisar renascer.
Morrendo o ego nasce o Cristo, a vida sem dor nem morte.
Querido Prof. Hermógenes, que lindo artigo. Esta é a mais profunda verdade – ansiamos o dia em que voltaremos ao Todo. O dia em que sairemos da dualidade para a mais perfeita Unidade com o Cristo Interno. O Cristo que não carrega qualquer semelhança com aquele que é pregado nas religiões… Que este dia chegue logo.
Para mim o Professor Hemrógenes é um exemplo de perseverança naquilo que propomos a seguir. Ele não se rende a modismos e às exigências da sociedade para que adapetemos a Yoga a loucura da vida diária! O Professor Hermógenes se mantém fiel à essência primeira da Yoga e não a entende, como também não só a pratica como um esticar e relaxar de músculos, mas como um viajar da mente.
Conheço muito pouco do senhor professor hermógenes, mas sinto muito da sua existência. Sinto que vive o yoga com a busca da ausência do ahamkara, e experimentando intensamente os yamas e nyamas. Me proponho lhe conhecer um dia pessoalmente para que possa sentir na minha miséria a sua luz na presença carnal.
Namastê!!Mestre
Assim tenho lhe visto atravéz de seus livros, conheci sua obra ainda bem jovem pela pessoa de meu pai, amante da filosofia yoga e lia seus livros, desde pequena aprendi com ele a me sentar em posição de lotus e tantas outras posturas, mas sem conhecer bem seus fundamentos, com meu pai aprendir a doutrina espírita kardecista, a qual com muita sabedoria ele fazia uma ponte com a clareza dos ensinamentos de kardec com a filosofia oriental , e é este ensianamentos que professo em meu viver. meu pai já na espiritualidade deixou-me um grande legado, e ha uns cinco anos quando passei a exercitar a yoga ( hatha) e filosofia tenho eu usado suas obras para preparar palestras e estudos que desenvolvo no grupo que frequento, procurando mostrar aos meus semelhantes o divino que há em cada um , e procurando melhorar a mim mesma ( nosso maior trabalho).
Por isso tenho-o como meu mestre, pois é com base em suas obras que aprendo e divido o que acredito.
Que a força DIVINA sempre lhe cubra de paz e amor!!!!!!